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Créditos da imagem: Magnus Homini

Olá pessoal, sejam bem-vindos ao meu blog.

O livro “Roube como um artista” é sobre trabalhar a criatividade através de 10 passos super simples. O autor Austin Kleon afirma que ninguém precisa ser um gênio para fazer conteúdos criativos na era digital, tudo que precisa ser é você mesmo e ter boas fontes de inspiração. Por isso, vou comentar esses 10 passos aqui.



    1. Roube como um artista

Primeiro, você deve saber que nada é original, tudo foi reinventado e adaptado para outros fins, e que você deve se inspirar nisso. Austin fala que toda ideia é uma mistura de coisas que já existem ou que você já pensou anteriormente.

Ele cita o exemplo mais real de todos, que você é uma mistura do DNA do seu pai e da sua mãe. Você não igual a eles, mas tem os traços deles. Você é a evolução de uma mistura dos seus ancestrais, então o mesmo acontece com os seus pensamentos e referências de criatividade.

    2. Não espere saber quem você é para poder começar.

Sabe aquele blog ou aquelas ideias legais de conteúdo fervilhando aí na sua mente? Já está na hora de começar a fazer, pois essas ideias precisam ser expostas na internet.

“Ah, mas ninguém vai ver o meu blog ou não vou ter muitas visualizações nos stories”.

Todo mundo começa do zero, então o seu blog não vai para o ar até você publicar nele ou os seus stories que só tem 20 visualizações não vai aumentar até você começar a postar com frequência. Eu mesma ainda estou tentando acertar qual vai ser o formato do meu blog.

    3. Escreva o livro que você quer ler

Escreva sobre as coisas que você gosta, pois não a nada que alimente mais a criatividade buscar novas fontes sobre o assunto que você gosta e depois escrever sobre elas. Poucas pessoas sabem disso, mas existe algo chamado “fanfic” ou “ficção de fã”.

Eu mesma já escrevi muita fanfic e todas elas eram inspiradas em filmes do romance dos anos 90 e pelas músicas do Justin Bieber, adoro assistir filmes de comédia adolescente, porque fizeram parte da minha adolescência assim como Justin Bieber, então chegou o momento que eu queria mais disso e não achava nada que gostasse até me encontrar nas fanfics.

O próprio autor Austin Kleon fala sobre a sua fanfic do filme “Parque dos Dinossauros”, porque quando amamos algo não queremos que isso acabe.

     4. Use as mãos

Austin fala sobre colocar o corpo para trabalhar na forma literal, sobre você ter uma mesa analógica e outra digital. Nós dependemos muito dos nossos celulares e computadores, quando queremos fazer algo a primeira coisa que pensamos é se existe um aplicativo para isso e no final acabamos não fazendo nada.

Por isso, ele diz para explorar a arte com as mãos, então pinte um quadro, faça um desenho, mexe as suas mãos para construir algo que você goste assim como fazíamos quando éramos crianças com os brinquedos.


    5. Projetos paralelos e hobbies são importantes.

Pratique a procrastinação produtiva e reserve um tempo para ficar entediado. Sim, você pode escolher ficar entediado e não ser produtivo que isso vai aguçar a sua mente do mesmo jeito, pois estamos tão entediados que começamos a pensar em coisas para fazer. Já tive ótimas ideias de enredo de livros de romance indo de ônibus para a faculdade e anotei todas no meu caderno ou no blocos de nota do celular.

Outra coisa, tenha um hobbie para afastar a sua mente do trabalho, pois assim você renova as suas energias para criar novos projetos, mas tenha cuidado para não ficar obcecado com o seu hobbie ao ponto de ele virar um trabalho maçante.

     6. Faça um bom trabalho e compartilhe com as pessoas.

Austin diz que todo mundo adora saber de segredos e ainda mais como você consegue fazer coisas tão legais. Por isso, todo trabalho e o segredo por trás dele deve ser compartilhado na internet, assim as pessoas vão recompensar você de alguma maneira ao compartilhar o seu trabalho ou pagando pelo o mesmo.

    7. A geografia não manda em nós.

Você pode conseguir muita informação através da internet, porém nem toda boa inspiração vem da internet.

Ele fala que as vezes o nosso cérebro fica muito confortável quando ficamos em um ambiente por um longo tempo, então você precisa deixa-lo desconfortável ao viajar ou passar um tempo com pessoas que façam algo diferente de você.

Nós precisamos alimentar os nossos cérebros ao encontrar um ambiente que nos proporcione criatividade, network, conexão espiritual e boa comida.

     8. Seja legal. (O mundo é uma cidade pequena)

A lição importante é que se você fala sobre alguém na internet, essa pessoa vai acabar sabendo. A internet não é uma terra sem lei e isso pode ser o principal motivo para acabar fazendo inimigos nela, mas dependendo do que você falou é uma ótima maneira de fazer amigos também.

Saiba que tudo que você compartilha causa uma reação nas pessoas sejam amor e ódio, mas não deixe se abater com isso, se cerque de pessoas que te apoiam e tenha uma pasta de prints de elogios. Porém, Austin ressalta para ler apenas quando se sentir muito para baixo, pois elogios podem acabar te tornando narcisista.

     9. Seja chato. (É a única maneira de terminar um trabalho)

Sabe aquele emprego chato que você tem que suportar? Às vezes é necessário continuar nesse emprego chato até conseguir ganhar dinheiro fazendo o que ama, pois esse emprego te faz encontrar outros humanos que você pode roubar boas inspirações.

Porém continue cuidando bem de si mesmo ao se alimentar bem e fazer exercícios físicos, e isso também inclui se casar bem. O casamento não é só sobre ter a parceira certa para te apoiar e te ajudar em várias áreas da vida, seja elas financeira, amizade ou criatividade, e o mesmo vale para sócios também.

     10. Criatividade é subtração

Você deve ser seletivo com as informações que recolhe, tudo bem deixar algumas coisas de fora para poder fazer a sua arte. Muitas vezes quando estamos com bloqueio criativo não sabemos o que fazer, sendo que você precisa impor algumas restrições a si mesmo como fala o tópico 6 sobre ficar entediado pode ajudar a ter boas ideias.

 

Espero que essa resenha tenha te ajudado a esclarecer dúvidas sobre livro e perceba que vale a pena compra-lo.

Com amor, Andy.

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Sinopse:

Quando Tate Collins se muda para o apartamento de seu irmão, Corbin, a fim de se dedicar ao mestrado em enfermagem, não imaginava conhecer o lado feio do amor. Um relacionamento onde companheirismo e cumplicidade não são prioridades. E o sexo parece ser o único objetivo.

 

O livro “O lado feio do amor” é um romance erótico, escrito por Colleen Hoover e publicado em 2015 pela editora Galeria Record no Brasil. Colleen Hoover já é uma escritora muito conhecida pelo público new adult com os seus livros de sucesso “Um Caso Perdido”, “Um Nova Esperança”, entre outros.

O livro tem 39 capítulos mais epílogo, sendo o total de 300 páginas, que são narrados detalhadamente por Tate nos dias atuais, e também tem participação de Miles contando sobre o seu passado com uma garota chama Rachel.

A história começa quando Tate decidi se mudar para o apartamento do seu irmão para terminar o mestrado de enfermagem e se dedicar ao estágio na área, ela só não imaginava que o seu vizinho da porta da frente fosse o irresistível piloto Miles. Logo no primeiro capítulo conhecemos Miles da pior maneira possível, sendo um bêbado chato e barulhento largado na porta do apartamento do irmão de Tate, quando ele se enfia no apartamento dela eu já pensei no pior, pois é um homem completamente estranho querendo dormir na sala da casa dela, mas tudo muda quando Miles chora por Rachel e ficamos sem saber o motivo por vários capítulos.

Tate não gosta de Miles assim que o conhece, mas vai mudando de opinião quando ele participa mais da vida dela e do irmão indo no apartamento deles para assistir aos jogos, saindo para beber com eles ou passando feriados juntos com a família dela. Tate se vê encantada pela beleza de Miles e super interessada no fato dele não transar com ninguém há 6 anos, então a partir disso eles decidem ter noites casuais com a regra de que ela não pode ter esperanças de viver um relacionamento com ele ou saber do seu passado.

Na hora, eu já pensei: “vai dá merda!”, porém a escrita da autora me fez ficar fascinada na história de Miles. Ele não queria falar com Tate sobre o seu passado e sempre ficava irritado quando ela tentava saber o mínimo como de onde ele veio ou o nome dos pais dele. Não gostava quando ele estava narrando sobre está apaixonado por Rachel na adolescência, sentia vontade de pular essa parte e apenas torcer para ele ficar logo com a Tate, mas eu sabia que os capítulos narrados por ele seria muito importante para frente.

A escrita da Colleen Hoover é muito tranquila e leve, gostei muito da personalidade da Tate e isso me fez me identificar muito com ela em algumas situações, parecia que eu estava vivendo a mesma dor que ela estava passando e fiquei com raiva do Miles em muitos momentos do livro. As cenas de sexo realmente são bem quentes para aquelas leitoras que gostam dos detalhes da relação.

Ao longo do livro, você vai ficando com raiva do jeito que Miles se contradiz, pois ele a trata com carinho e faz pequenas coisas que mexe com os sentimentos da Tate, mas depois a afasta dizendo que não está dando esperança para ela. Em alguns momentos, parece que Miles só quer jogar a culpa dos sentimentos dela em cima dela mesmo, como se ele fosse uma máquina que só pensa em sexo e que não liga para o amor. E o que me deixava com raiva era o fato de a Tate aceitar tudo em questionar, pois estava extremamente apaixonada pelo vizinho, e ainda ter que viver esses encontros casuais escondidos de todos a sua volta.

No entanto, o enredo prende atenção do leitor até o último capítulo quando finalmente descobrimos o que aconteceu no passado de Miles e qual é a influencia da Rachel em cima disso. Achei o final muito bem construído, então passei a amar o Miles.

Recomendo o livro para aqueles que querem sair da resseca literária, pois eu estava sem consegui ler um livro completo por todos esses meses de quarentena, esse foi o primeiro que prendeu a minha atenção. A indicação do livro partiu da conta @smumapgina no Twitter, lá está sempre sendo atualizada sobre dicas de livros, eventos literários, promoções em sites de livros e e-books que podem ser baixados gratuitamente na Amazon.

Espero que tenham gostado do post e me digam aqui nos comentários qual o último livro que você leu.

Com amor, Andy.



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Autores: Igor Pires e Gabriela Barreira

Ano de publicação: 2017

Editora: Globo Alt

Sinopse
Indo contra a tendência dos textos curtos e superficiais que são postados nas redes sociais, o coletivo literário Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente (TCD) passou a produzir e compartilhar um conteúdo extenso, profundo e extremamente poético em suas páginas no Facebook e no Instagram. Com seus escritos e ilustrações, eles acabaram atingindo um público muito maior do que o esperado, nos mostrando como, apesar da crescente agilidade que nossa comunicação exige, ainda precisamos de tempo para digerir e entender nossas complexas relações humanas. Para este livro, foram produzidos textos inéditos que ganharam a companhia das sensíveis ilustrações de Anália Moraes.

Antes de surgir a ideia dos autores escreverem esse livro, eles já tinham uma página do Facebook que postava esse tipo de conteúdo há muito tempo. Eu não tive conhecimento sobre a página até ler o livro, apenas via fotos de alguns trechos do livro no Pinterest. 

Fiquei muito curiosa em ler o livro quando bombou em todas as mídias nos meados de 2017, o mesmo ano que ele foi publicado. 

O livro começa com frases bem curtas, que o leitor vai devorando em um piscar de olhos por ser super intenso, então de repente já está na metade do livro. Agora que chega a parte chata, os textos vão ficando longos e muito cansativos, o ânimo vai se perdendo em meio aos poemas repetitivos. Entendo que a ideia dos autores seja descrever vários fins de relacionamento, alguns me atingiram muito forte como se eles tivessem visto o que eu vivi, porém outros também foram irrelevantes porque não vivi o que estava escrito ali.

Parecia que eu estava lendo um texto enorme que nunca tinha fim, como um ex namorado super chato que fica na sua cola.

O que mais me deixou incomodada no livro foi a gramática do Igor Pires, começo de frase com letra minúsculo e outras coisinhas que deixava o meu toque gramatical maluco. Algumas citações pequenas foram minhas favoritas, e vou deixar um exemplo aqui.



Minhas citações favoritas:

“Eu não vou me desculpar por sentir tudo à flor da pele, quando as relações pede conexões e não ao contrário. Que se desculpe você, que passou por mim e não lembra o gosto do meu nome.”

“O que dói não é a saudade de me sentir acolhido no seu desejo de estar comigo. É a ausência continua de não saber se você volta.”

As ilustrações de Gabriela Barreira são super lindas e combinam perfeitamente com os textos.

Acredito que “textos cruéis demais para serem lidos rapidamente” é o tipo de leitura que o leitor deve ir com calma, ler poucas páginas antes de dormir e não definir prazo para terminar, pois vai se cansar muito rápido e vai querer só se livrar dele o mais rápido possível.
Minha opinião final é que eu não voltaria a ler esse livro, também não me interesso em ler a continuação dele e acho que não foi a minha melhor escolha começar a minha meta de leitura do ano com ele.

Vocês já leram esse livro? Se interessam em ler a continuação dele?


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Tem algum dúvida ou sugestão para mim? Então deixe aqui nos comentários.

Veja mais ideia no meu Pinterest: Andy Rodrigues


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Andy Rodrigues

Relações Públicas - social media - sagitariana - 25 anos

Uma alagoana redescobrindo o próprio estado e publicando resenhas de lugares para visitar, evoluindo como ser social media, passando as madrugadas escrevendo romance adolescente como hobbie no Wattpad, organizando um novo feed do Instagram sempre que muda o cabelo, já realizou eventos cinematográficos gratuitos pela cidade e brincando de ser masterchef em casa.

Instagram: @andyjrodrigues

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